Estudo Completo: Oferta Maior que o Dízimo

OFERTAR É MAIOR DO QUE O DÍZIMO.

     Eu tinha muita dúvida em relação ao dízimo, mas tudo acabou quando procurei estudar, teológicamente, de gênesis a Apocalipse, literalmente, sem alegoria, para entender se sim ou se não. Muitas pesquisas; e o irmão, Michel, ajudou-me.  Bom cheguei a uma conclusão: 
OFERTAR É MUITO MAIOR DO QUE O DIZIMO;
                                               A GRAÇA É SUPERIOR A LEI.
 Veja abaixo:

Romanos 8:2
2 - Porque a lei do Espírito de vida, em Cristo Jesus, me livrou da lei do pecado e da morte.

     No começo nunca consegui entender uma coisa: porque temos que dar o dízimo se é uma lei? E as outras leis? Na verdade são 614 leis e o dízimo representa uma delas, ou seja, cumprindo uma, faltam 613 leis restantes a serem cumpridas. Eu pensava "como pode uma valer e as outras não???".
No novo testamento não houve pregação por parte de nenhum apóstolo sobre o dízimo. Temos que entender o seguinte:
todo país precisar de leis que o possam reger, sem lei, não existe ordem; sem ordem não existe paz. O Brasil, por exemplo, tem sua constituição de leis e os Estados Unidos outra; pena de morte é válida nos EUA e no Brasil não. Isso porque na constituição do país dos EUA existe tal lei.

     A mesma coisa para o povo de Israel. Embora Israel viesse a se tornar um país em 1948, Israel possuía leis que o regia, antes, era nação e não país.
NAÇÃO:Conjunto dos indivíduos, geralmente da mesma raça, que habitam o mesmo território, falam a mesma língua, têm os mesmos costumes e obedecem à mesma lei (sentido restrito).
PAÍS é aquele território demarcado onde as pessoas convivem sob uma única Constituição Federal.

     Em qualquer Constituição, toda e qualquer lei deve ser executada pelas autoridades nela especificadas. Isso se chama competência de autoridade ou sujeito ativo de direito. Também, deve prever as pessoas alcançadas pela tal lei; sujeito passivo de direito. No caso dos dízimos, não foge a essa regra: Hebreus 7.5: “E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abrãao”.

     Ainda que alguém do Brasil resolva dar dez por cento de “qualquer coisa de valor material”, não seria dízimo, pois este já não existe e teria que ser da produção agropecuária. E se existisse esse alguém, teria de ser judeu; porque somente os judeus tinham esse dever. Ainda, se a lei estivesse em vigor e algum judeu resolvesse cumpri-la hoje, com os seus “dízimos”, teria de achar um levita para tomá-los, mas se estes já não existem, já não teriam a lei para ampará-los.
Ainda que a velha lei estivesse em vigor em Israel, outros povos que não os judeus, não teriam a obrigação de cumpri-la, dentro e fora daquele Estado. Foi feita para aquele povo específico, para o atender em um determinado tempo, num determinado lugar. No Direito, isso se chama eficácia da lei no tempo e no espaço. Os dízimos pregados hoje não têm nenhuma correlação com o dízimo bíblico.

Que lei do dízimo é essa citada em Hebreus 7:5? É a lei de Moisés, lei que obrigava o israelita a levar os dízimos para os levitas. Segundo esta lei, conforme explicado no verso 5, algumas pessoas da tribo de Levi (levitas), legalmente, tinham o direito de “tomar” os dízimos do povo. Isso era lei! Lei completamente vinculada ao ministério sacerdotal dos levitas. Essa ordem se estendia somente ao povo judeu (seus irmãos). Quem tinha ordem segundo a lei, de tomar os dízimos? Os levitas. Quem devia dar os dízimos? Os judeus, seus irmãos.

VEJA:


Hebreus 7:1-10

1 - PORQUE este Melquisedeque, que era rei de Salém, sacerdote do Deus Altíssimo, e que saiu ao encontro de Abraão quando ele regressava da matança dos reis, e o abençoou;
2 - A quem também Abraão deu o dízimo de tudo, e primeiramente é, por interpretação, rei de justiça, e depois também rei de Salém, que é rei de paz;
3 - Sem pai, sem mãe, sem genealogia, não tendo princípio de dias nem fim de vida, mas sendo feito semelhante ao Filho de Deus, permanece sacerdote para sempre.
4 - Considerai, pois, quão grande era este, a quem até o patriarca Abraão deu os dízimos dos despojos.

5 - E os que dentre os filhos de Levi recebem o sacerdócio têm ordem, segundo a lei, de tomar o dízimo do povo, isto é, de seus irmãos, ainda que tenham saído dos lombos de Abraão.
6 - Mas aquele, cuja genealogia não é contada entre eles, tomou dízimos de Abraão, e abençoou o que tinha as promessas.
7 - Ora, sem contradição alguma, o menor é abençoado pelo maior.
8 - E aqui certamente tomam dízimos homens que morrem; ali, porém, aquele de quem se testifica que vive.
9 - E, por assim dizer, por meio de Abraão, até Levi, que recebe dízimos, pagou dízimos.
10 - Porque ainda ele estava nos lombos de seu pai quando Melquisedeque lhe saiu ao encontro.


Nesta longa passagem, o objetivo do autor é mostrar a superioridade do sacerdócio de Cristo sobre o sacerdócio levítico e, portanto, exortar seus leitores para não retornarem às suas formas judaicas de adorar, repletas com seus sacerdócio, Templo e sacrifícios. O autor menciona o relato de Abraão pagando dízimos a Melquisedeque, [somente para o autor] mostrar que, desde que Levi estava nos lombos do patriarca Abraão, na realidade Levi pagou dízimos a Melquisedeque e foi abençoado por ele. Uma vez que é óbvio que o menor é sempre abençoado pelo maior, Melquisedeque e seu sacerdócio são maiores que os levitas e o sacerdócio deles.
Aqui, o autor de Hebreus não está mais que reafirmando o fato que Abraão pagou dízimos a Melquisedeque, um fato que já temos analisado [acima]. Esta passagem não está exortando os crentes [neo testamentários] a darem [o dízimo] como Abraão o fez [mesmo que só do despojo de guerra e só uma vez na vida]. Ao contrário, está instruindo os crentes a perceberem a excelência de Cristo, o qual ministra como um sacerdote muitíssimo superior aos levitas. Portanto, esta passagem não pode ser usada para forçar o dízimo sobre os cristãos. Simplesmente, ela não foi escrita para tratar deste assunto. Ela não tem nada a ver com cristãos dadivando das suas rendas para Deus e sua obra, mas, ao contrário, tem tudo a ver com a superioridade de Cristo.

Hebreus 7:11
11 - De sorte que, se a perfeição fosse pelo sacerdócio levítico (porque sob ele o povo recebeu a lei), que necessidade havia logo de que outro sacerdote se levantasse, segundo a ordem de Melquisedeque, e não fosse chamado segundo a ordem de Arão?

Hebreus 7:12 “Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei .”


Pois, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei. Para mim, esse versículo é um divisor de águas! Quem o lê de maneira isenta, não terá nenhuma dificuldade em viver e aceitar somente o sacerdócio de Cristo.
Esta é a terceira vez que a palavra “lei” aparece neste capítulo 7. O verso claramente está se referindo às leis relacionadas ao sacerdócio levítico e isto obviamente inclui a lei do dízimo citada nos versos 5 e 11, lei que ordenava a entrega do dízimo aos levitas. Estas leis são mudadas no momento em que Cristo morre, ressuscita e torna-se sumo-sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque.

Hebreus 8:13: “Dizendo Nova aliança, envelheceu a primeira. Ora, o que foi tornado velho, e se envelhece, perto está de acabar.”

Hebreus 7.11-12 e 8.13 provam que o sacerdócio Arônico caiu. Houve mudança (troca) de sacerdócio. Cada sacerdócio traz a sua própria lei. Um sacerdócio não emprega lei de outro sacerdócio. Por que houve a mudança da lei? Porque se mudou o sacerdócio. Por que Jesus veio de uma tribo totalmente diferente da dos levitas, sem nenhuma vocação religiosa? Justamente para instituir um sacerdócio bem diferente do deles, que não deu certo

Hebreus 7:18
18 - Porque o precedente mandamento é ab-rogado por causa da sua fraqueza e inutilidade

Ab-rogar, juridicamente, quer dizer: anular uma lei por completo. Não se aproveita nada do que foi legalmente “ab-rogado”. Por que o mandamento anterior foi ab-rogado? Porque era inútil e fraco. Não atendia mais à utilidade a que foi destinado. Havia chegado a hora da mudança total.

Hebreus 7:19
19 - (Pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou) e desta sorte é introduzida uma melhor esperança, pela qual chegamos a Deus.

Colocando para entendimento do versículo:

Hebreus 7.19: “(Pois a lei nenhuma coisa aperfeiçoou) e desta sorte é introduzida uma melhor esperança (o sacerdócio de Cristo), pela qual nos aproximamos de Deus.”

Hebreus 7:22
22 - De tanto melhor aliança Jesus foi feito fiador.

Gálatas 6.2: “Levai as cargas uns dos outros, e assim cumprireis a lei de Cristo.”

I Coríntios 9.21: “Para os que estão sem lei, como se estivesse sem lei (não estando sem lei para com Deus, mas debaixo da lei de Cristo), para ganhar os que estão sem lei.”

Toda lei nova é aprimorada em cima de outra obsoleta. Este é um princípio constitucional universal.

Hebreus 7:28
28 - Porque a lei constitui sumos sacerdotes a homens fracos, mas a palavra do juramento, que veio depois da lei, constitui ao Filho, perfeito para sempre.

Por que se fala tanto em dízimo neste capítulo 7 de Hebreus, que trata desses dois sacerdócios distintos? Porque é um têrmo da velha lei que mais caracterizava aquele sacerdócio. O dízimo existia, por sua causa; para a sua sustentação e subsistência. Ao levita, não lhe era permitido ter fontes de rendas; não lhe deram esse “Direito”. Não trabalhava como os das outras tribos e eram sustentados por elas, através de sua única fonte de subsistência (não fonte de renda) própria: os dízimos.

O tema principal de Hebreus 7 é a supremacia do novo modelo sacerdotal. A abolição da lei que obrigava a entrega do dízimo aos levitas é apenas citada para ilustrar a falência do antigo modelo sacerdotal. A palavra dízimo é citada sete vezes nos primeiros 9 versos do capítulo. Isso mostra quão forte foi o argumento do dízimo na defesa da tese principal. Fica claro quando o modelo levítico é superado e cai por terra, as leis atreladas a ele também caem por terra.
Quando o dízimo foi instituído na Lei, os levitas ficaram isentos de pagá-lo, como diz o texto: …Levi que recebe dízimos, pagou-os na pessoa de Abraão. (Hebreus 7.5-9).
Ficaram isentos porque o dízimo deles foi pago na pessoa de Abraão a Melquisedeque, que era a figura do sacerdócio eterno de Cristo. Os sacerdotes levitas foram os únicos autorizados por Deus, aqui na terra, segundo as Escrituras, a receberem dízimo (II Crónicas 31.5-6) e (II Crónicas 31.12); (Neemias 10.37) e (Neemias 12.44), não o sistema eclesiástico atual.
O livro aos Hebreus é suficiente para dirimir quaisquer dúvidas que possam existir, quanto à obrigatoriedade de cumprir e permissividade de exigir qualquer lei da velha ordenança dentro do sacerdócio atual, que é o de Cristo.
Nós cristãos membros comuns da igreja, estamos livres em Cristo vivendo sob o novo concerto. A graça de Jesus nos libertou de velhos dogmas. Os que adoram a Deus hoje o fazem em espírito e em verdade, cabe a cada um contribuir de acordo com seu coração, com sua benção, daquilo que teve em abundancia, para que possa ajudar o próximo carente, para não haver na congregação o faminto e o necessitado. “Não com tristeza ou por necessidade, pois Deus ama o que dá com alegria”. (II Cor. 9.7).


OFERTA


2 Coríntios 9:6: E digo isto: Que o que semeia pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância ceifará.

A passagem que você nos remete localizada acima, esta na 2ª carta aos coríntios, exatamente no capitulo 9, porém é importante conhecer o pano de fundo por trás da passagem em questão!

Na segunda carta aos coríntios, no cap. 8 Paulo expõe a prontidão dos macedônios em ajudar os necessitados de Jerusalém, e isso sem serem COAGIDOS, pelo contrário, deram além dos limites de seus recursos, pois o Ap. Paulo ou alguém deve ter até “reprovado” que dessem demais ou até que ajudassem sem condições, mais eles imploraram na participação da oferta. Vemos neste exemplo que ao implorarem em participar, eles fizeram isto com disposição voluntária e prazer. Paulo exalta os corintos em varias virtudes, e os impulsiona a participarem também desta coleta, pois eles já tinham pensado em ajudar, porém ainda não tinham o realizado na pratica, somente o tinham desejado. Paulo os exorta a concluir na pratica o desejo e deixa claro que não esta DANDO ORDENS EXPRESSAS, eles deviam ofertar conforme as suas posses.

No capitulo 9 o apostolo Paulo continua e avisa aos corintos que estará enviando uma “comissão” de irmãos para “checarem” se a oferta que ele espera para os pobres de Jerusalém estará pronta a tempo, pois no verso 24 do cap.8 Paulo pede que eles mostrem perante as igrejas a prova do amor e o motivo do orgulho que ele (Paulo) tem deles! Assim ele no cap.9 verso 2 continua e expõem novamente que se orgulha deles diante dos Macedônios, e por isso manda esta comissão para que chequem tudo para que ele (Paulo) e os próprios corintos não sejam envergonhados, pois Paulo poderá levar alguns Macedônios com ele.
Porém Paulo avisa que não esta fazendo isso para pressioná-los, pois quer um espírito voluntario e não quer que ninguém se sinta extorquido a dar!!! Ai sim vem o verso por você citado, sobre plantar pouco ou muito, e como conseqüência, colher pouco ou muito.
Esta passagem é perigosa, pois pode despertar em muitos um espírito ganancioso, despertando sentimentos nada corretos diante de Deus, pois o objetivo de se colher mais não pode ser o ganhar mais para esbanjar, acumular, isto fica claro na continuação do texto, no verso 8 e no verso 11: Paulo fala no verso 8, que tendo sempre o suficiente em tudo, transbordaremos em toda boa obra, já no verso 11, ele fala, que em tudo seremos enriquecidos para que possamos ser sempre generosos, ou seja, o objetivo é ter mais para DAR mais, e não acumular mais!
Isso tudo para glorificar a Deus, no verso 13 do mesmo cap. 9 da 2ª carta aos corintios Paulo fala sobre isso!
Nesta mesma carta Paulo fala no cap. 8 verso 12 até o 15 que devemos dar conforme as nossas posses permitem, segundo o que temos e não o que não temos, hoje vemos muitos DESCARADOS PSEUDO-PASTORES GULOSOS incentivando até empréstimos e o uso do cartão de crédito para se ofertar!!! Paulo pede a igualdade, pois hoje podemos ter muito e ajudar o que tem pouco, amanhã poderá ser ao contrário, nós com pouco sendo ajudados pelos mesmos irmãos que outrora estavam em dificuldades e foram por nós ajudados!!!

NO VERSO 15 está a base da resposta principal PARA OS QUE QUEREM COLHER PARA ACUMULAR E ESBANJAR:
2 COR. 8.15: Ao que muito colheu, nada sobrou; e ao que pouco colheu, nada faltou.
Você planta bastante, colherá bastante, mais isso tudo para ter mais recursos para ajudar, este é o principio por trás da passagem que muitos se negam a ver, pois se colhi bastante e não sobrou, não é por causa do devorador rsrsrs, mais sim pelo amor em compartilhar com os irmãos carentes, já que eles não colheram quase nada, mais não tiveram falta, pois foram ajudados. (Porém, que fique claro que, se alguém não quiser trabalhar, não coma também – 2 Tessalonicenses 3.10)

Malaquias
A maldição de Malaquias era uma questão de que faltaria chuva para as plantações, e que diversas pragas e problemas as atacariam , e isto tudo ocasionado pela desobediência a lei, porém hoje é uma questão de amor, que nos leva a sentir preocupação para com o próximo, preocupação com a carência humana, diferente de estar preocupado em ser atingido pelo devorador e levar prejuízo pessoal em questões de ordem patrimonial, pois a igreja é formada pelas pessoas e não por tijolos que formam um local de reunião!
Era um puxão de orelhas no povo de israel que tinha a obrigação de dizimar e isso já não estava sendo feito.


No Antigo Testamento o dízimo além de ajudar os sacerdotes levíticos e sustentar o Templo, era também uma lei com âmbito social, pois era direcionada também para ajudar os pobres (viúvas, órfãos e estrangeiros), o dízimo também era meio que uma taxa de aluguel pela terra, porém sabemos que tudo que temos e o que somos é de propriedade de Deus, é uma questão como disse e repito, de consciência das necessidades gerais, devemos ser motivados a contribuir por amor e gratidão, Deus pode nos fazer até abençoados financeiramente, não para sentir-mos confortáveis, mais para que sejamos generosos no partilhar.
Paulo fala: Não digo isso como quem manda, mas para provar, pela diligência dos outros, a sinceridade da vossa caridade.
É assim que a maioria age hoje??? Acho que não! Quando existe percentual ou estipulação logo existe ordenança, por mais que Paulo ensine aos corintos que eles devem agradar a Deus, deixa claro que a ação em ajudar deve ser uma expressão genuína de amor, com sinceridade de coração, e NUNCA, uma obrigação!!!
Quem dá procurando acumular créditos com Deus também deve repensar se isto é correto, a única forma correta que vejo é a compulsão do amor, assim como Deus nos amou dando seu filho!
O que é usado é: VOCE DEVE FAZER, VOCE DEVE CONTRIBUIR!!! Não seria melhor expor melhor a palavra de Deus aos ouvintes, com maior profundidade?? Mostrando que eles tem a OPORTUNIDADE de ajudar! Existindo um percentual estipulado até mesmo quem daria mais que 10% pode ser influenciado a dar menos!


Tenho 5mil guardado no banco, e vejo meu irmão precisando de ajuda econômica e não ajudo, estaria eu agindo corretamente???
1João 3.17-21: Quem, pois, tiver bens no mundo e, vendo seu irmão em necessidade, fechar-lhe o coração, como o amor de Deus pode permanecer nele? Filhinhos, não amemos de palavra, nem de boca, mas em ações e em verdade. Nisto conheceremos que somos da verdade e tranqüilizaremos nosso coração diante dele; pois, se o coração nos condena, Deus é maior que nosso coração; ele conhece todas as coisas. Amados, se o coração não nos condena, temos confiança para com Deus;
Tiago também salienta esta situação:
Tiago 3.15-16: Se um irmão ou uma irmã estiverem carecidos de roupa e necessitados do alimento cotidiano e qualquer dentre vós lhes disser: Ide em paz, aquecei-vos e fartai-vos, sem, contudo, lhes dar o necessário para o corpo, qual é o proveito disso?
REPITO NOVAMENTE, isto tudo implica em contribuição também na questão da manutenção da pregação do evangelho, porém hoje existe muitos abusos e busca por excessiva comodidade com regalias como equipamentos e outros, que na verdade são supérfluos e só atrapalham o andamento do evangelho simples e puro! Ou alguém aqui acha que Jesus iria fazer questão de igrejas luxuosas, confortáveis, sendo que o recurso utilizado nestas coisas poderia ser usado com mais sabedoria? Poderia ser usado para glorificar a Deus, pois aquele que recebe o donativo agradece e glorifica a Deus, e pode com este testemunho se chegar a Ele. Mais continuam a comprar equipamentos caríssimos, a fazer shows e mais shows, a construir Templos “Salomônicos” e etc…
...voltando a malaquias...
Voltando ao assunto do livro de Malaquias, o livro de Malaquias é um puxão de orelha, principalmente ao sistema religioso (sacerdotes) que estavam sendo infiéis a aliança realizada por Deus com a tribo de Levi! Hoje podemos ser infiéis a Deus do mesmo jeito, porém por não obedecer ao mandamento do amor!
Jesus ira cobrar aqueles que não visitaram os presos, os que estavam com fome, com frio e etc… Ele não vai cobrar que não fomos fiéis a instituição eclesiástica tal! Podemos sim ver um pastor fiel pregador do evangelho passando fome e reter a ajuda, mais estaremos errando não contra a lei mosaica e sim contra um principio natural daquele que diz ser de Cristo, e que deve amar o próximo como a si mesmo, não por obrigação, mais por ser isto natural ao nascido de novo em Deus!!!


Em Ezequiel 34.1-10 lemos:
Veio a mim a palavra do Senhor, dizendo: Filho do homem, profetiza contra os pastores de Israel; profetiza e dize-lhes: Assim diz o Senhor Deus: Ai dos pastores de Israel que se apascentam a si mesmos! Não apascentarão os pastores as ovelhas? Comeis a gordura, vestis-vos da lã e degolais o cevado; mas não apascentais as ovelhas. A fraca não fortalecestes, a doente não curastes, a quebrada não ligastes, a desgarrada não tornastes a trazer e a perdida não buscastes; mas dominais sobre elas com rigor e dureza. Assim, se espalharam, por não haver pastor, e se tornaram pasto para todas as feras do campo. As minhas ovelhas andam desgarradas por todos os montes e por todo elevado outeiro; as minhas ovelhas andam espalhadas por toda a terra, sem haver quem as procure ou quem as busque. Portanto, ó pastores, ouvi a palavra do Senhor: Tão certo como eu vivo, diz o Senhor Deus, visto que as minhas ovelhas foram entregues à rapina e se tornaram pasto para todas as feras do campo, por não haver pastor, e que os meus pastores não procuram as minhas ovelhas, pois se apascentam a si mesmos e não apascentam as minhas ovelhas, portanto, ó pastores, ouvi a palavra do Senhor: Assim diz o Senhor Deus: Eis que eu estou contra os pastores e deles demandarei as minhas ovelhas; porei termo no seu pastoreio, e não se apascentarão mais a si mesmos; livrarei as minhas ovelhas da sua boca, para que já não lhes sirvam de pasto.

NÃO VEMOS O MESMO QUADRO HOJE QUANTO A CONTRIBUIÇÃO NAS IGREJAS???
PASTORES E SUAS MORDOMIAS (CARRÕES, MANSÕES E ETC…) MUITOS NEM ESPERAM A LÃ CRESCER DIREITO E JÁ TOSQUIAM NOVAMENTE, AO INVÉS DE CUIDAREM DELAS SÓ LHES TRATAM COMO CLIENTES!!! NA VERDADE SÃO LOBOS E NÃO PASTORES!!! POR ISSO O CAMINHO DA VERDADE É DIFAMADO POR CAUSA DELES, E MUITAS OVELHAS SÃO DISPERSAS E SE PERDEM PELO ESCÂNDALO QUE PRESENCIAM
Resumindo: A contribuição pode ser sacrifical, mais deve ser espontânea, com motivações espirituais e não econômicas, pois Deus valoriza a disposição daquele que oferta e não o valor ofertado, existira sim a recompensa e Deus é galardoador, mais não ajudemos com vista a recompensa como meta principal e sim em agradar a Deus pois nisto existe sim prazer transbordante!!!

Antes que falem de MATEUS 23.23 estaremos explicando aqui a verdade sobre esta passagem a luz da bíblia.
Vejamos o que diz Mt 23.23: “Ai de vós, escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé; devíeis, porém, fazer estas coisas, sem omitir aquelas!”
     Esta passagem em Mateus é também repetida de uma forma similar em Lucas 11.42. Em ambos os casos é importante notar que o dízimo tinha a ver com ervas que serviam de condimentos e eram cultivadas no quintal (o produto do campo), ao invés de ter a ver com dinheiro. Adicionalmente, Jesus falou estas palavras aos fariseus, que eram muito religiosos e guardadores da Lei, e o fez enquanto a Lei ainda estava em vigor. Dizer que, uma vez que Jesus falou a estes fariseus que deviam dizimar, isto força que também nós devemos dizimar, ignora o fato que aqueles fariseus viviam sob pacto e leis diferentes daqueles de um salvo do Novo Testamento. Cristo, através da sua morte, inaugurou a Nova Aliança, assim efetivando uma mudança na Lei (Lc 22:20; He 7:12).

Lucas 22:20: “Semelhantemente, tomou o cálice, depois da ceia, dizendo: Este cálice é o novo testamento no meu sangue, que é derramado por vós.”
Hebreus 7.12: “Porque, mudando-se o sacerdócio, necessariamente se faz também mudança da lei.”
Finalmente, notemos que o dízimo aqui mencionado não foi voluntário em nenhum sentido da palavra. Jesus lhes diz que “devieis” [tendes o dever de] dizimar. [O dízimo] era mandamento, ordem para todos os judeus e, assim, era obrigatório. Os acontecimentos dos quatros evangelhos e a vida de Cristo estavam ainda no Velho Testamento. “E não omitir aquelas”, isto é, não omitir o que estava na Lei de Moisés: dizimar os produtos agrícolas. Jesus não poderia dar outro conselho; se desse, tornar-se-ia transgressor da lei.
O Novo testamento mostra os fariseus dizimando não sobre o lucro ou dinheiro, mas sobre o que eles cultivavam (Lucas 18.12; Mateus 23.23), mostrando que o dízimo era baseado na produção agrária. Os fariseus estavam sob a Lei. Deveriam portanto dar o dízimo, guardar o sábado, praticar a circuncisão e todos os rituais do V. T.
Vejamos o que Jesus cobrou dos fariseus:
Justiça – Dar a cada um o que lhe é devido. (É devido dar os dízimos aos levitas, órfãos, viúvas e estrangeiros.)
Misericórdia – Sentimento de amor por quem não merece. Dar a quem lhe ofende, não somente a quem ama.
Fé – Mas se alguém não tem cuidado dos seus, e principalmente dos da sua família (pai, mãe, irmãos, avós, viúvas) negou a fé e é pior do que o infiel. I Timóteo 5:8; Gálatas 6:10 ( por que falavam que aquilo que seus pais poderiam aproveitar deles era corbã, ou seja, oferta ao Senhor).
Não omitir aquelas – Não omitir os dízimos de tudo (animais e fruto da terra)
Vemos então, que Jesus repreendeu a hipocrisia dos fariseus, pois se diziam guardadores fiéis da lei, mas não a guardavam como deviam. Logo, Jesus falou de dízimo censurando a hipocrisia dos religiosos, e não para que nós, os que vivem no período da graça, venhamos a dar dízimos. Isso contradiz os verdadeiros roubadores de Deus.
Jesus, está falando para os fariseus daquela época, não para a igreja, que até então, não havia sido totalmente formada com fundamentos da graça, o ministério de Cristo não havia ainda sido consumado. (o véu do templo não havia sido rasgado) , tanto que Jesus ordenou ao homem que era leproso para apresentar-se ao sacerdote e fazer oferta pela purificação, conforme a Lei (Lucas 5:14).

Desta Forma podemos entender varias passagens:

*Lucas 1.15 Anjo Gabriel consagra João Batista ao nazireado conforme Nm 6.3
*Lucas 2.21 Jesus é circuncidado segundo Levitico 12.3
*Lucas 2.22Maria de purifica segundo estabelecido em Levitico 12.4
*Lucas 2.23 os pais de Jesus oferecem sacrifícios prescrito em Levitico 12.6-8
*Mateus 8.4 Jesus manda um leproso fazer o sacrifício prescrito em Levitico 14
*Lucas 19.8 Zaqueu se submete duplamente a pena estabelecida em êxodo 22.9
*Mateus 17.24 Jesus paga o imposto estabelecido em êxodo 30.11-16
*Mateus 26.17 Jesus e os discípulos cumprem o requerido em êxodo 12.1-27

     Entendemos então que a lei mosaica estava em vigor enquanto vivia Jesus, como entender então Lucas 5.14? É necessário isto hoje? Evidentemente que não!!! Por isso cuidado ao impor prescrições que foram dadas ao antigo Israel.

Não devemos esquecer a profecia de Jeremias:

Jeremias 31.31-33: Eis aí vêm dias, diz o Senhor, em que firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá. Não conforme a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; porquanto eles anularam a minha aliança, não obstante eu os haver desposado, diz o Senhor. 33 Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor: Na mente, lhes imprimirei as minhas leis, também no coração lhas inscreverei; eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.

Confirmada também em Hebreus:

Hebreus 8.6-10: “Agora, com efeito, obteve Jesus ministério tanto mais excelente, quanto é ele também Mediador de superior aliança instituída com base em superiores promessas. Porque, se aquela primeira aliança tivesse sido sem defeito, de maneira alguma estaria sendo buscado lugar para uma segunda. E, de fato, repreendendo-os, diz: Eis aí vêm dias, diz o Senhor, e firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judá, não segundo a aliança que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os conduzir até fora da terra do Egito; pois eles não continuaram na minha aliança, e eu não atentei para eles, diz o Senhor. Porque esta é a aliança que firmarei com a casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor: na sua mente imprimirei as minhas leis, também sobre o seu coração as inscreverei; e eu serei o seu Deus, e eles serão o meu povo.”
Consideremos então o seguinte, temos 2 aliancas, então quando a 2ª começou a vigorar?

Hebreus 9.16-17 nos mostra:

“Porque, onde há testamento, é necessário que intervenha a morte do testador; pois um testamento só é confirmado no caso de mortos; visto que de maneira nenhuma tem força de lei enquanto vive o testador. Pelo que nem o primeiro pacto foi consagrado sem sangue.”
Hebreus 8.13: “Quando ele diz Nova, torna antiquada a primeira. Ora, aquilo que se torna antiquado e envelhecido está prestes a desaparecer.”
Podemos dizer que este versículo em Mateus inicia a Nova Aliança, vejamos:
Mateus 27.50: “E Jesus, clamando outra vez com grande voz, entregou o espírito.”
Nós cristãos membros comuns da igreja, estamos livres em Cristo vivendo sob o novo concerto. A graça de Jesus nos libertou de velhos dogmas. Os que adoram a Deus hoje o fazem em espírito e em verdade, cabe a cada um contribuir de acordo com seu coração, com sua benção, daquilo que teve em abundancia, para que possa ajudar o próximo carente, para não haver na congregação o faminto e o necessitado. “Não com tristeza ou por necessidade, pois Deus ama o que dá com alegria”. (II Cor. 9.7)
A autonomia de ditar regras e percentuais, baseadas em manipulações tendenciosas de textos bíblicos fora do seu contexto original para amealhar renda ou riqueza, é uma abominação. O homem de baixa renda que deveria receber de acordo com suas necessidades, geralmente nas igrejas ele contribui com dízimos e ofertas para salários que são muitas vezes maior que o seu. Os “pastores” recebendo muito à custa do sacrifício do pobre é uma perversão das escrituras.
Pare! Confira na Palavra e reflita sobre tudo o que foi escrito aqui, não permaneça debaixo da lei, oferte com uma consciência liberta, mesmo que preguem ou façam o contrário.

"dai a Deus o que é de Deus e a César o que é de César"

Quanto ao dai a Deus o que é de Deus e a César o que é de César, tenho a dizer o seguinte:

Resumidamente...
Dai a César o que é de César, isto é: a moeda, o dinheiro é de César, do Império, da economia… Então, de Deus é o que? Simplesmente tudo. Tudo é de Deus: todo e cada ser humano e até o Universo inteiro, somos a imagem e semelhança dele, logo assim como na moeda estava a imagem de César, podemos dizer que temos em nós a sua imagem. Deus não precisa do nosso dinheiro, ele é dono do ouro e da prata, como podem então dizer que o “e a Deus o que é de Deus” como sendo o dízimo ou oferta? Este versículo faz referência ao dízimo? Absurdo!

O que Jesus quer nos ensinar então? Cristo não se colocou como juiz em matérias desta natureza, porque seu reino não é deste mundo, depois de refletirmos sobre a autoridade suprema de Deus, a autoridade na família e a autoridade na Igreja, com base em Romanos 13.1-7, aprendemos que devemos dar aos magistrados civis tudo o que lhes é devido, contanto que não interfiram no que pertence a Deus, ou seja, quando não há conflito entre as exigências do governo humano e a lei de Deus, podemos então obedecer a força secular.

Considerações Finais

Entendemos e entendamos que a OFERTA É MUITO MAIOR DO QUE O DÍZIMO
Não deixemos de colaborar para com a casa de ORAÇÃO;
Nós somos a igreja de CRISTO e precisamos nos reunir para que clamemos a DEUS e a voz de muitos vire uma só voz aos ouvidos do DEUS Altíssimo;
A igreja precisa de mantimento;
A igreja precisa ajudar, verdadeiramente, as pessoas;
Pastores e membros não devem viver em luxo excessivos enquanto sua ovelha está passando necessidade e padecendo de ajuda;
Não queira barganhar a DEUS achando que quanto mais dinheiro você der mais dinheiro você vai receber, pois, prosperidade não quer dizer algo matéria, mas um termo amplo.
É completamente errado quando se é ensinado que a seguinte frase “irmão, tenha fé de que você entregando seu dízimo e ofertando DEUS vai te dar muito mais. Tenha fé de que DEUS vai te retornar”.
Duas coisas são ensinadas erradamente:
- a pessoa declarando a frase acima, entre aspas, não é uma pessoa de fé pois ela não crê que DEUS possa ajudar a igreja através de ofertas, e, sim, de dízimos que são valores mensais. Entende-se que a pessoa não tem fé. Porque ela, pastor, responsável pelas ovelhas, também é testada.

- outra situação que ensinada é que a pessoa deve ficar aguardando o retorno em dobro da parte de DEUS, despertando ganância na pessoa, como se tivesse investindo na bolsa de valores ou colocando o dinheiro na poupança para render juros. Não é o fato de você ofertar, mas o sentimento de como você oferta; de como o teu coração vai contribuir e o porque da contribuição:

Atos 20:35
35 - Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é necessário auxiliar os enfermos, e recordar as palavras do Senhor Jesus, que disse: Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber.

O sentimento correto é de ajudar por amor, por querer ver bem o próximo; se DEUS te abençoar é uma conseqüência de uma ajuda vonluntária e amorosa que você procedeu para com o teu próximo ou para com tua obediência a DEUS.

Portando, oferte segundo a tua prosperidade e segundo aquilo que você propôs no teu coração.

Não precisa repassar este email, mas saiba que o repassando, outra pessoa vai adquirir conhecimento da parte do Espírito de DEUS e a ganância, inveja, amor ao dinheiro pode ser que vão embora;

Não deixe de ajudar a casa do SENHOR; façamos nossa parte para que outros possam ser ajudados; esta é a vontade de DEUS: que tenhamos mais para ajudarmos mais.

OFERTAR É MAIOR DO QUE O DÍZIMO! É UMA FORMA DE LOUVAR A DEUS.
Para qualquer dúvida, retorne esta mensagem neste mesmo email
Carlos Antonio e Michel.
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